A PORTA-BANDEIRA
- Erivan Santana

- 14 de fev.
- 1 min de leitura

O samba permeava cada passo
Protagonizava a vitória do corpo
Celebrando a fé na vida
Ela abria os espaços da evolução
Da escola e da bateria na avenida
Reverenciava a gênese africana
E séculos de resistência
Em pleno solo outrora indígena
Em cada átimo de segundo
Cada meneio do corpo liberto
Eternizava o mestre Cartola
Saudava o almirante negro
O morro feito de samba
E contava a nossa história
Estação Primeira de Mangueira
Nunca se aparte de mim!
Erivan Augusto Santana
Fev, 13, 2026



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